A Polícia Civil de Goiás avança nas investigações sobre o caso do bebê de apenas 50 dias de vida que deu entrada no hospital com múltiplas fraturas pelos braços, pernas e clavículas. Em audiência de custódia, o Poder Judiciário determinou que o padrasto da criança permaneça preso preventivamente, enquanto a mãe responderá ao processo em liberdade. Ambos os investigados já acumulam passagens pela polícia.
O padrasto do recém-nascido possui histórico criminal pelo crime de roubo e, no momento da prisão, estava com a tornozeleira eletrônica rompida. Já a mãe da criança tem registros policiais por tráfico de drogas e lesão corporal. As versões desconexas apresentadas pelo casal ao tentarem justificar as lesões na unidade de saúde em Morrinhos foram determinantes para fundamentar as medidas judiciais.
Enquanto a bebê segue internada sob os cuidados das equipes médicas no Hospital de Urgências de Goiás (Hugol), em Goiânia, o Conselho Tutelar acionou a Justiça com um pedido formal para que a guarda do recém-nascido seja retirada da família após a alta hospitalar. As outras duas filhas da mulher foram acolhidas e encaminhadas a um abrigo municipal.




