O encontro entre os familiares do marceneiro Jefferson de Oliveira, de 43 anos, e a Polícia Civil não trouxe as respostas esperadas após a manifestação realizada na porta da delegacia. Na saída da reunião com o delegado responsável pelas investigações, a família revelou um cenário de frustração e estagnação no trabalho de localização do trabalhador, que está desaparecido há 40 dias.
Thiago, parente de Jefferson que acompanhou a mãe do marceneiro na conversa com a autoridade policial, foi direto ao resumir o resultado do encontro: "Nenhuma novidade". De acordo com ele, o delegado afirmou estar empenhado na apuração do caso, mas alegou que a expertise da Polícia Civil não contempla operações de busca dentro da mata, atividade que fica a cargo do Corpo de Bombeiros.
A justificativa não agradou os parentes, que contestam o tempo dedicado às varreduras na região onde o marceneiro foi visto pela última vez. Segundo a família, as equipes dos bombeiros permaneceram na área de vegetação por apenas um dia, o que consideram insuficiente diante do tamanho do terreno. Durante a reunião, o delegado ponderou que, caso Jefferson esteja vivo e fora da área de mata, as diligências policiais conseguirão localizá-lo.




