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Fábrica clandestina que falsificava cosméticos da marca de Virgínia é fechada e 13 são presos

Operação começou após denúncia da empresa da influenciadora sobre vendas no Centro da capital, inclusive na 25 de Março. Local funcionava em Itaquaquecetuba.

Guilherme Martins

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 03/09/2026, 12:07
Fábrica clandestina que falsificava cosméticos da marca de Virgínia é fechada e 13 são presos

A Polícia Civil estourou, nesta quinta-feira (3), uma fábrica clandestina responsável pela produção e distribuição de cosméticos falsificados da marca WePink, pertencente à influenciadora digital Virgínia Fonseca. A ação ocorreu no município de Itaquaquecetuba, na Região Metropolitana de São Paulo, e resultou na prisão em flagrante de 13 pessoas que trabalhavam no local.

As apurações sobre o esquema começaram após o próprio setor de segurança da empresa de Virgínia detectar que produtos falsificados estavam sendo comercializados em grande escala no Centro da capital paulista, especialmente em estabelecimentos da região da Rua 25 de Março.

A partir das informações repassadas pela equipe da influenciadora e do recebimento de uma denúncia anônima, os investigadores conseguiram mapear a rotal de distribuição e localizar o endereço exato do galpão utilizado para a fabricação irregular em Itaquaquecetuba.

Ao chegarem ao local nesta quinta-feira, as equipes policiais flagraram a linha de montagem clandestina em pleno funcionamento. As 13 pessoas detidas foram conduzidas à delegacia e autuadas em flagrante. Os produtos pirateados, embalagens falsificadas e os maquinários utilizados no envasamento das substâncias foram apreendidos para pericia.

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