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Empresário usava loja de roupa como fachada para tráfico; motorista de app fazia “delivery” da droga

Polícia Civil apreendeu cerca de 50 kg de maconha, drogas sintéticas e armas de fogo. O motorista de aplicativo era o responsável por transportar e distribuir os entorpecentes.

Redação IG NEWS GO

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 13/07/2026, 21:22
Empresário usava loja de roupa como fachada para tráfico; motorista de app fazia “delivery” da droga

Dois homens foram presos em flagrante durante uma operação da Polícia Civil que desarticulou uma associação criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas em Anápolis, na tarde desta segunda-feira (13). A ação resultou na apreensão de cerca de 50 quilos de maconha, drogas sintéticas e duas armas de fogo.

Segundo a Polícia Civil, a investigação foi conduzida pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) e pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc), da 3ª Delegacia Regional de Polícia. O trabalho começou após uma denúncia de que uma loja de roupas estaria sendo usada como fachada para a venda de drogas.

Durante as investigações, os policiais realizaram monitoramentos e levantamentos de inteligência que confirmaram a suspeita. De acordo com a corporação, o proprietário da loja utilizava o comércio para esconder a atividade criminosa.

As equipes também identificaram um segundo suspeito, um motorista de aplicativo, que, conforme a investigação, era responsável pelo transporte e distribuição dos entorpecentes.

Na operação, o comerciante foi abordado e, segundo a polícia, estava com porções de drogas prontas para venda e uma arma de fogo.

Em seguida, os agentes foram até a casa do motorista de aplicativo, onde encontraram aproximadamente 50 quilos de maconha, grande quantidade de drogas sintéticas e uma arma de fogo de uso restrito. Todo o material foi apreendido e encaminhado para perícia.

Os dois suspeitos foram levados para a sede do GEIC/Genarc, em Anápolis, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso, além de fornecedores e possíveis ramificações da organização.

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