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Empresário goiano teria sido preso por engano por latrocínio no Maranhão; família diz que ele nunca esteve no estado

Wesley Mendes Ferreira, de 45 anos, dono de um espetinho, foi detido por ordem judicial. Parentes afirmam que imagens do crime mostram criminosos jovens e magros, perfil totalmente diferente.

Redação IG NEWS GO

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 15/07/2026, 11:49
Empresário goiano teria sido preso por engano por latrocínio no Maranhão; família diz que ele nunca esteve no estado

A família do empresário Wesley Mendes Ferreira, de 45 anos, afirma que ele foi preso por engano na noite de terça-feira (14), após ser apontado como suspeito de participação em um latrocínio (roubo seguido de morte) ocorrido no Maranhão. Os familiares alegam que Wesley nunca esteve no estado e que houve um erro de identificação.

Dono de um espetinho, Wesley foi detido em Goiás em cumprimento a uma ordem judicial. Segundo a família, ele não tem qualquer ligação com o crime investigado e as imagens de câmeras de segurança utilizadas na investigação mostram suspeitos com características físicas diferentes das dele.

De acordo com os parentes, os homens que aparecem nas gravações são mais jovens e magros, enquanto Wesley possui porte físico distinto. Eles afirmam que a prisão ocorreu com base em uma identificação equivocada.

A reportagem consultou informações processuais disponíveis e não encontrou registros de condenações ou processos criminais em nome de Wesley relacionados ao caso investigado no Maranhão. No entanto, a confirmação sobre as circunstâncias da prisão depende das informações oficiais das autoridades responsáveis e da análise da Justiça.

A audiência de custódia do comerciante está marcada para a tarde desta quarta-feira (15), quando o Poder Judiciário deverá analisar a legalidade da prisão e os argumentos apresentados pela defesa.

A família e os advogados esperam que o caso seja esclarecido rapidamente e que, caso o erro de identificação seja confirmado, Wesley seja colocado em liberdade.

Até a publicação desta reportagem, as autoridades responsáveis pela investigação no Maranhão não haviam se manifestado sobre a alegação de prisão por engano.

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