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Dono do Frigorífico Goiás grava ‘simulação’, nega calote em mulher trans e alega extorsão de R$ 500 mil

O empresário Leandro Batista Nóbrega publicou uma encenação baseada no caso para sustentar a tese de armação.

Redação IG NEWS GO

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 13/07/2026, 19:42
Dono do Frigorífico Goiás grava ‘simulação’, nega calote em mulher trans e alega extorsão de R$ 500 mil

O empresário Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás, publicou nesta segunda-feira (13) um vídeo nas redes sociais em que nega as acusações feitas por uma mulher trans e afirma ter sido vítima de uma tentativa de extorsão. A gravação foi divulgada dias após o caso ganhar repercussão.

No vídeo, intitulado “pronunciamento oficial”, Leandro faz uma encenação inspirada na denúncia registrada na Polícia Civil. Na gravação, ele simula a contratação de uma “massagem” por R$ 500. Ao chegar ao local, a situação muda quando personagens dizem reconhecer o empresário e passam a gravá-lo.

Na sequência, a encenação mostra uma suposta chantagem, em que os envolvidos exigem R$ 500 mil para não divulgar o caso à imprensa e nas redes sociais. Com o vídeo, o empresário sustenta a versão de que teria sido alvo de uma armação.

Na legenda da publicação, Leandro escreveu: “Comprou picanha, veio linguiça, não leva, devolva e não pague.”

O vídeo foi publicado poucos dias após uma mulher trans registrar boletim de ocorrência contra o empresário. Ela afirma que foi contratada para um programa no valor de R$ 500, mas que ele se recusou a efetuar o pagamento. A denunciante também acusa Leandro de proferir ofensas de cunho transfóbico e fazer ameaças.

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