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Polícia

Preso por matar mulher com pedra na boca é ex-presidiário que teve tornozeleira removida

Gilberto Pessoa Limeira já tinha condenação por homicídio e estava sem monitoramento eletrônico. Maria Regina Ivo Costa foi achada morta em lote baldio.

Iury Henrique

Nerópolis, GO - IG News Goiás

Publicado em 06/09/2026, 20:14
Preso por matar mulher com pedra na boca  é ex-presidiário que teve tornozeleira removida

Gilberto Pessoa Limeira, preso suspeito de violentar e matar Maria Regina Ivo Costa, em Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia, já havia sido condenado anteriormente por homicídio e cumpria medida com monitoramento eletrônico antes de voltar às ruas sem a tornozeleira. A vítima foi encontrada morta neste domingo (6), em um lote baldio no Setor Alto da Boa Vista, com sinais de violência.

Segundo informações preliminares, Maria Regina estava nua e tinha uma pedra dentro da boca. Uma peça íntima masculina também teria sido encontrada próxima ao corpo. O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do crime e a possível violência sexual.

De acordo com informações da força-tarefa responsável pela investigação, imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para reconstruir os últimos momentos da vítima. As gravações indicam que Maria Regina esteve em um estabelecimento comercial antes de ser acompanhada pelo suspeito até as proximidades de sua residência.

Gilberto foi localizado e preso em menos de 24 horas após o corpo ser encontrado. A investigação agora busca esclarecer a dinâmica do crime, a motivação e se houve violência sexual antes da morte.

A situação do suspeito antes do crime também deverá ser analisada pelas autoridades. Conforme as informações apresentadas, ele havia sido condenado anteriormente por homicídio, chegou a utilizar tornozeleira eletrônica e teve o monitoramento retirado meses antes do assassinato. Eventuais decisões judiciais relacionadas à progressão de regime, ao uso da tornozeleira e à retirada do equipamento devem ser verificadas nos processos para esclarecer quais foram os fundamentos adotados pela Justiça.

O caso provocou revolta entre moradores de Nerópolis e levantou questionamentos sobre as circunstâncias que permitiram que o suspeito estivesse em liberdade no momento do crime. A Polícia Civil deve reunir os elementos da investigação e encaminhá-los à Justiça para as providências cabíveis.

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