Érika Fernandes Viana atuava na UPA Novo Mundo e em Senador Canedo. Doença rara e degenerativa afeta o sistema nervoso central e não possui cura. Essa
A enfermeira Érika Fernandes Viana, de 51 anos, morreu na sexta-feira (11), em Goiânia, seis meses após receber o diagnóstico da doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma enfermidade rara e degenerativa que afeta o sistema nervoso central. A informação foi confirmada por uma amiga da profissional, Elizabeth Nunes. A doença é a mesma diagnosticada no influenciador Lito Sousa, do canal Aviões e Músicas.
Segundo Elizabeth, os primeiros sintomas de Érika apareceram em dezembro de 2025, com episódios de tontura. Inicialmente, houve suspeita de labirintite, mas o quadro evoluiu rapidamente. Em poucos meses, a enfermeira passou a ter dificuldade para andar e começou a usar um andador.
Érika foi internada e, após cerca de um mês no hospital, recebeu o diagnóstico da doença, em março deste ano. A partir de então, segundo a amiga, a perda dos movimentos se intensificou até que ela deixasse de conseguir andar e perdesse progressivamente os movimentos dos braços e das pernas.
“Ela foi perdendo os movimentos das pernas, dos braços, foi perdendo tudo. A doença atinge o cérebro, o sistema nervoso, e o cérebro vira como se fosse uma esponja, perdendo todas as funções”, relatou Elizabeth.
Érika trabalhava como enfermeira em Senador Canedo e também atuava como técnica de enfermagem na UPA Novo Mundo, em Goiânia.