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Empresários e funcionários de concessionária são presos por furto de energia em fazenda

Terceira fase da ação da DEIC prendeu dois empresários intermediários e um funcionário de concessionária. Rede clandestina atendia fazenda em Jussara.

Iury Henrique

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 28/08/2026, 10:07
Empresários e funcionários de concessionária são presos por furto de energia em fazenda

A Polícia Civil de Goiás prendeu três pessoas durante uma operação que investiga um esquema de furto de energia elétrica, associação criminosa e corrupção envolvendo empresários e um funcionário de uma concessionária. A ação foi deflagrada na quarta-feira (26) pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC/GARRA/GAB), com o cumprimento de três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão.

Segundo a investigação, dois dos presos são empresários que atuavam como intermediários dos serviços ilícitos. O terceiro suspeito é funcionário de uma concessionária de energia elétrica e teria dado continuidade às irregularidades mesmo após a prisão de outro funcionário, em fases anteriores da investigação.

A operação começou após a Polícia Civil identificar uma ligação clandestina usada para furtar energia em uma fazenda na zona rural de Jussara, no oeste de Goiás. Durante a ação, equipes da concessionária acompanharam os policiais e retiraram a ligação irregular. Peritos da Polícia Técnico-Científica também estiveram no local.

Os investigados são suspeitos dos crimes de furto de energia, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação, corrupção ativa e corrupção passiva.

Esta foi a terceira fase da investigação. Nas duas etapas anteriores, cinco mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão foram cumpridos. Com a nova ação, o número total chega a oito prisões e nove mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações foram concluídas, todos os envolvidos foram identificados e a rede clandestina encontrada na fazenda foi inutilizada. O inquérito policial deve ser relatado e encaminhado ao Poder Judiciário dentro do prazo legal.

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