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"Criança não vota", diz defensora ao criticar descaso da classe política com a proteção da infância

Postulante à Câmara dos Deputados pelo partido Missão defendeu articulação entre Estado e família para coibir a violência contra crianças e adolescentes em Goiás.

Iury Henrique

Goiânia, GO - IG News Goiás

Publicado em 30/09/2026, 08:16
"Criança não vota", diz defensora ao criticar descaso da classe política com a proteção da infância

A candidata a deputada federal por Goiás pelo partido Missão, Fernanda Borges, afirmou, durante entrevista, que a proteção de crianças e adolescentes ainda recebe pouca atenção da classe política. Mãe, a candidata disse que a violência e as falhas na atuação da família e do Estado colocam em risco o futuro das crianças. Fernanda já apresentou publicamente a defesa da infância e da família como uma de suas pautas.

Durante a entrevista, Fernanda afirmou que são poucas as pessoas da política e das redes sociais que defendem os direitos das crianças. Segundo ela, a falta de atenção estaria relacionada ao fato de que crianças não participam diretamente do processo eleitoral.

“Criança não vota. Então parece que não tem interesse da classe política”, afirmou.

A candidata também criticou o que considera falhas na segurança pública e disse que a responsabilidade pela proteção da infância deve ser compartilhada entre família e Estado. Para Fernanda, quando a família não consegue garantir esse cuidado e o poder público também falha, as crianças ficam ainda mais vulneráveis.

Ela defendeu ainda a ampliação das políticas públicas voltadas à infância e adolescência e afirmou que há medidas a serem adotadas para fortalecer a proteção dos direitos desse público.

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